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AS MELHORES OITAVAS DE FINAL DA HISTÓRIA DAS COPAS

Escrito em: 02/07/2014 às 1:28   /   por   /   comentários (0)

COPA-DO-MUNDO-2

Foram oito partidas épicas! Cinco prorrogações e duas disputas de pênaltis. Jogos decididos no apagar das luzes, em partidas intensas e de grande emoção. Da partida do Brasil até o jogo da Bélgica, o mundo se deparou com jogos incríveis, que pela primeira vez na história colocaram os oito líderes de grupos nas quartas-de-final.

No Mineirão, Brasil e Chile fizeram um jogo altamente disputado que foi parar na disputa de pênaltis. Foi a redenção de Júlio César, que depois de quatro anos carregando o peso do fracasso contra a Holanda, salvou o Brasil ao defender dois pênaltis. O jogo, além de evidenciar a tensão dos jogadores, visivelmente desequilibrados emocionalmente, mostrou a falta de sorte da seleção chilena, que parou na trave de Júlio no último lance da prorrogação e na disputa de pênaltis.

Goleiro brasileiro salva a seleção na disputa de pênaltis. FOTO: FIFA

Goleiro brasileiro salva a seleção na disputa de pênaltis. FOTO: FIFA

O Maracanã viu seu maior fantasma dar adeus. Visivelmente debilitado pela exclusão de Luís Suarez, o Uruguai foi atropelado pela empolgada Colômbia, do grande James Rodrigues. O artilheiro da Copa marcou dois e comandou seu time para a melhor campanha na história, com direito a disputar as quartas-de-final contra o Brasil.

Atuação de gala de James no Maracanã. FOTO: FIFA

Atuação de gala de James no Maracanã. FOTO: FIFA

Fortaleza foi palco do drama de holandeses e mexicanos. Com o gol de Giovanni dos Santos e as defesas incríveis de Ochoa, o México ia eliminando a poderosa Holanda, até a parada técnica. Saiu Van Persie e entrou o limitado Huntelaar, que mudou o jogo. Um passe para Snejder e um cobrança perfeita no pênalti cavado por Robeen decidiram a vaga holandesa no apagar das luzes e deu início ao pesadelo mexicano.

Do banco para a glória, Huntelaar decide confronto contra o México. FOTO: FIFA

Do banco para a glória, Huntelaar decide confronto contra o México. FOTO: FIFA

A Costa Rica não soube jogar como favorita. Mesmo enfrentando a limitada Grécia não conseguiu impor seu jogo. Com um a menos e vencendo por 1×0, recuou e se segurou até o fim quando sofreu o empate. A heroica e limitadíssima Grécia teve chances de ganhar mas Navas não deixou. Tanto que nos pênaltis o goleiro costarriquenho garantiu a vaga histórica para a zebra da Copa do Mundo.

Festa dos "ticos" pela histórica classificação para as quartas. FOTO: FIFA

Festa dos “ticos” pela histórica classificação para as quartas. FOTO: FIFA

A França sofreu muito com a Nigéria. Parou por várias vezes em Eneyeama, que parecia intransponível. Do céu ao inferno, o goleiro africano falhou e deu de presente o gol para Pogba. Para fechar a conta, um gol contra e mais uma eliminação da Nigéria nas oitavas. Já a França segue em frente.

Volante foi o melhor em campo contra a Nigéria. FOTO: FIFA

Volante foi o melhor em campo contra a Nigéria. FOTO: FIFA

Alemanha e Argélia fizeram de Porto Alegre o palco do jogo mais aberto da Copa. O 0x0 do tempo normal não refletiu o futebol das duas equipes. Com um caminhão de chances de gols para as duas equipes, os destaques foram os goleiros. Neuer jogou praticamente de líbero pelo lado alemão, enquanto M’Bohli operou defesas inacreditáveis. Ele parou o ataque alemão até a prorrogação, quando os gols de Schurrle e Ozil deram fim ao sonho de vingança argelino. O gol de Djabou foi apenas um consolo para a eliminação, que já foi a melhor participação do pais em Copas.

Em dia dos goleiros, Ozil marcou o gol da classificação. FOTO: FIFA

Em dia dos goleiros, Ozil marcou o gol da classificação. FOTO: FIFA

A Argentina jogou com todo o apoio da torcida mas sem nenhuma criatividade. A Arena Corinthians estava cheio de torcedores tensos que viram o time da Argentina parar em Benaglio e ainda sofrer com duas chances claras de gols dos suíços. Foi uma prorrogação tensa e quando os pênaltis pareciam o caminho inevitável, Messi apareceu. Sempre ele. Uma arrancada e um passe para o gol de Di Maria foram suficiente para a explosão da torcida. Mas como emoção pouco é bobagem, ainda deu tempo do goleiro suíço ir para área, tentar um bicicleta e ver Dzemaili cabecear na trave, com direito a bola bater nele e sair. Classificação do jeito que argentino gosta.

Gol salvador de Di Maria. FOTO: FIFA

Gol salvador de Di Maria. FOTO: FIFA

Para encerrar o jogo épico entre Bélgica e EUA. Aliás, do ataque belga contra a defesa americana. O jogo ficou 0x0, mas passou longe de ser chato. Pelo contrário, colocou na história a atuação do goleiro Howard. Espetacular, naquela que foi uma das melhores atuações individuais da Copa, “Saint” Howard operou 16 defesas durante o duelo. Na prorrogação só não evitou ou gols de De Bruyne e Lukaku, que entrou para mudar o jogo. No fim os americanos precisaram atacar e Green deu esperança a sua torcida. No último lance, numa cobrança ensaiada, a bola sobrou para Dempsey dentro da área bater para a defesa salvadora de Courtois. O jogo acabou tão sensacional quanto todas as partidas.

Atuação histórica do grande goleiro americano não impede eliminação. FOTO: FIFA

Atuação histórica do grande goleiro americano não impede eliminação. FOTO: FIFA

Não faltou emoção, futebol e heróis. Que oitavas de finais foram essas.

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